{"id":132,"date":"2022-02-21T17:18:17","date_gmt":"2022-02-21T20:18:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.meet.com.br\/?p=132"},"modified":"2022-02-21T17:18:17","modified_gmt":"2022-02-21T20:18:17","slug":"mudanca-de-uso-da-terra-no-brasil-impactos-causas-e-desafios-dra-rita-de-cassia-monteiro-marzullo","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.meet.com.br\/index.php\/2022\/02\/21\/mudanca-de-uso-da-terra-no-brasil-impactos-causas-e-desafios-dra-rita-de-cassia-monteiro-marzullo\/","title":{"rendered":"Mudan\u00e7a de uso da terra no Brasil: impactos, causas e desafios"},"content":{"rendered":"<p> Dra. Rita de C\u00e1ssia Monteiro Marzullo<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.meet.com.br\">www.meet.com.br<\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-128\" src=\"http:\/\/www.meet.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/uso_da_terra-1-300x169.jpg\" alt=\"uso_da_terra\" width=\"700\" height=\"394\" \/><\/p>\n<p>De uma forma geral, o uso da terra \u00e9 um tipo de categoria de impacto, oriunda da interven\u00e7\u00e3o antr\u00f3pica, que envolve tanto a ocupa\u00e7\u00e3o quanto a transforma\u00e7\u00e3o da terra para uma determinada atividade econ\u00f4mica ou cultural. De uma forma mais abrangente, o uso da terra tamb\u00e9m pode considerar sua fun\u00e7\u00e3o reguladora de equil\u00edbrio dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos, causando assim uma externalidade positiva.<br \/>\nO Brasil possui 8,5 milh\u00f5es de km2 de \u00e1rea mapeada com 14 classes de cobertura cuja evolu\u00e7\u00e3o territorial de mudan\u00e7a no uso da terra \u00e9 apresentada na Tabela 1. Desta forma, temos 196 tipos de mudan\u00e7as poss\u00edveis (14&#215;14) al\u00e9m de classes relacionadas tanto \u00e0 ocorr\u00eancia de processos improv\u00e1veis (transforma\u00e7\u00e3o de \u00e1reas artificiais em vegeta\u00e7\u00e3o florestal, por exemplo) como aprimoramentos metodol\u00f3gicos, denominadas classes de reavalia\u00e7\u00e3o. A matriz de mudan\u00e7as \u00e9 gerada a partir do Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil feito pela Diretoria de Geoci\u00eancias do IBGE a partir da aquisi\u00e7\u00e3o e processamento de imagens orbitais OLI\/Landsat-8, na qual s\u00e3o feitas montagens dos blocos 450kmx450km para a interpreta\u00e7\u00e3o visual das imagens e compatibiliza\u00e7\u00e3o com o mapa de vegeta\u00e7\u00e3o e corpos h\u00eddricos. Por fim, os dados s\u00e3o divulgados na Grade Estat\u00edstica, que divide o territ\u00f3rio brasileiro em c\u00e9lulas de 1 km\u00b2 tornando-se um importante instrumento de gest\u00e3o territorial e planejamento ambiental capaz de identificar tipos de expans\u00e3o (agr\u00edcola, pastoril, urbana ou de silvicultura) assim como o ritmo e vetores preferenciais de ocupa\u00e7\u00e3o das terras. Consequentemente, tamb\u00e9m apontam e quantificam espacialmente as perdas da vegeta\u00e7\u00e3o nativa, seja ela florestal ou campestre. No per\u00edodo de 18 anos (2000 a 2018) apresentado na tabela 1, observou-se no Brasil a redu\u00e7\u00e3o de 7,60% da \u00e1rea de vegeta\u00e7\u00e3o florestal e de 10,06% da \u00e1rea de vegeta\u00e7\u00e3o campestre, e o aumento de regi\u00f5es de uso humano, com expans\u00e3o de 27,11%, 44,84% e 70,06% nas \u00e1reas destinadas, respectivamente, \u00e0s pastagens com manejo, \u00e0 produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e \u00e0 silvicultura. (IBGE, 2017, 2018, 2020 e 2021)<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-226\" src=\"http:\/\/www.meet.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/uso_da_terra-2-300x166.jpg\" alt=\"uso_da_terra\" width=\"476\" height=\"263\" \/><br \/>\nTABELA 1- Fonte: PGI &#8211; Plataforma Geogr\u00e1fica Interativa &#8211; IBGE<\/p>\n<p>Os impactos ambientais provenientes da mudan\u00e7a no uso da terra incluem desde a contribui\u00e7\u00e3o para a mudan\u00e7a do clima no planeta (atrav\u00e9s da emiss\u00e3o de Gases de Efeito Estufa \u2013 GEE que causam o aquecimento global), perda da biodiversidade, degrada\u00e7\u00e3o e eros\u00e3o do solo, esgotamento de recursos naturais, at\u00e9 a mudan\u00e7a na disponibilidade de \u00e1gua. Emiss\u00f5es ou remo\u00e7\u00f5es de GEE acontecem em processos de mudan\u00e7as dos estoques de biomassa e mat\u00e9ria org\u00e2nica existente acima e abaixo do solo, al\u00e9m de emiss\u00f5es por queima de res\u00edduos florestais. Por exemplo, a convers\u00e3o de floresta para pastagem ou agricultura gera emiss\u00f5es de CO2 pela perda de estoques de carbono na retirada da floresta e sua queima. De forma semelhante, pode haver sequestro de CO2 da atmosfera quando acontece a convers\u00e3o para um tipo de uso com maior estoque de carbono por hectare. O impacto sobre a mudan\u00e7a no clima \u00e9 quantificado pelo conceito de carbono equivalente no processo de emiss\u00f5es de GEE. Por exemplo, de acordo com o m\u00e9todo GWP-AR5 do relat\u00f3rio do IPCC, a emiss\u00e3o de 1 kg de metano (CH4) equivale ao efeito decorrente da emiss\u00e3o de 28 kg de CO2 e a emiss\u00e3o de 1 kg de \u00f3xido nitroso (N2O) corresponde ao efeito equivalente a emiss\u00e3o de 265 kg de CO2. O metano \u00e9 emitido para a atmosfera, em grande parte, por animais criados em sistemas pecu\u00e1rios e pastoris enquanto o \u00f3xido nitroso \u00e9 emitido a partir do ciclo do nitrog\u00eanio e intensificado com o uso de fertilizantes nitrogenados, como o NPK e a am\u00f4nia, em sistemas agr\u00edcolas, al\u00e9m da queima de res\u00edduos florestais.<\/p>\n<p>A Figura 1 mostra as externalidades positivas (remo\u00e7\u00e3o de CO2) e negativas (emiss\u00e3o de CO2) por categoria de mudan\u00e7a do uso da terra ao longo do per\u00edodo de 1990 a 2019, entretanto n\u00e3o considera as emiss\u00f5es do ciclo do nitrog\u00eanio. Em uma Avalia\u00e7\u00e3o do Ciclo de Vida, os impactos relacionados \u00e0s interven\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas sobre o uso de uma determinada \u00e1rea est\u00e3o relacionados de acordo com a finalidade do uso da terra como: extra\u00e7\u00e3o de recursos para serem usados como mat\u00e9rias-primas e insumos (\u00e1gua e minera\u00e7\u00e3o), processos de produ\u00e7\u00e3o (industrial ou agropecu\u00e1ria), processos de uso (residencial ou lazer), processos de tratamento de res\u00edduos (aterros sanit\u00e1rios, \u00e1reas de incinera\u00e7\u00e3o), processos de produ\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e transporte (estradas). Cada finalidade de uso da terra proporciona diversos impactos, uma vez que a biodiversidade, o clima e os ecossistemas (aqu\u00e1ticos e terrestres) s\u00e3o influenciados de forma positiva ou negativa. Para uma avalia\u00e7\u00e3o do impacto sobre as mudan\u00e7as no uso da terra no Brasil se faz necess\u00e1rio estabelecer um estado de referencia no tempo (antes e ap\u00f3s a mudan\u00e7a) de determinada fun\u00e7\u00e3o territorial.<\/p>\n<p>EMISS\u00d5ES EM MILH\u00d5ES DE TONELADAS DE CARBONO EQUIVALENTE (GWP-AR5) POR CATEGORIA DE MUDAN\u00c7A DO USO DA TERRA AO LONGO DO PER\u00cdODO DE 1990 A 2019<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-230\" src=\"http:\/\/www.meet.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/uso_terra2-300x174.jpg\" alt=\"uso_terra2\" width=\"546\" height=\"317\" \/><\/p>\n<p>FIGURA 1- Fonte: SEEG 8 \u2013 Sistema de Estimativa de Emiss\u00e3o de Gases de Efeito Estufa<\/p>\n<p>As principais causas das mudan\u00e7as no uso da terra no Brasil consistem na expans\u00e3o de fronteiras produtivas (agropecu\u00e1ria, energia, extra\u00e7\u00e3o de recursos e ind\u00fastrias) ou expans\u00e3o de fronteiras de uso (moradia e lazer) que requerem maior mobilidade com a constru\u00e7\u00e3o de novas estradas para acompanhar o desenvolvimento econ\u00f4mico e populacional do pa\u00eds. A Tabela 1, apresentada anteriormente, apesar de n\u00e3o possuir dados da gest\u00e3o do atual governo, mostra de maneira clara a expans\u00e3o ou retra\u00e7\u00e3o das fronteiras das diferentes classes analisadas, com exce\u00e7\u00e3o das fronteiras de minera\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, n\u00e3o retratada pela an\u00e1lise do IBGE. A competi\u00e7\u00e3o pelo uso da terra est\u00e1 diretamente relacionada \u00e0 exist\u00eancia de recursos naturais e dependendo da ocupa\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o requerida para determinada finalidade, existe uma cadeia de causas e efeitos que ocasiona impactos em um ponto denominado m\u00e9dio (regula\u00e7\u00e3o do clima, da \u00e1gua e da eros\u00e3o, que causam danos \u00e0 biodiversidade e aos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos) e em um ponto final de impacto causando danos \u00e0 sa\u00fade humana, esgotamento de recursos naturais e danos na qualidade dos biomas. A perda da fun\u00e7\u00e3o agricult\u00e1vel da terra, em fun\u00e7\u00e3o da eros\u00e3o do solo, tamb\u00e9m \u00e9 caracterizada como uma causa para a mudan\u00e7a no uso da terra. Uma atividade de agricultura convencional e intensiva, por exemplo, pode provocar a eros\u00e3o e degrada\u00e7\u00e3o do solo em uma taxa 100 vezes maior do que a natureza \u00e9 capaz de regenerar.<\/p>\n<p>Tendo em vista as externalidades positivas e negativas que as diferentes mudan\u00e7as no uso da terra no Brasil podem gerar atrav\u00e9s de seus impactos, os desafios a serem estudados e gerenciados pelas institui\u00e7\u00f5es de pesquisa, em conjunto com os \u00f3rg\u00e3os de planejamento, controle e de governan\u00e7a, constituem considerar que a din\u00e2mica espacial de altera\u00e7\u00f5es das formas de ocupa\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio brasileiro est\u00e1 relacionada a fatores econ\u00f4micos, ambientais, hist\u00f3ricos e culturais de cada regi\u00e3o espec\u00edfica. Estes fatores sugerem diferentes interpreta\u00e7\u00f5es uma vez que estas mudan\u00e7as ocorrem de forma n\u00e3o linear ao longo do tempo. A incorpora\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de minera\u00e7\u00e3o, com o mapeamento de atividades de extra\u00e7\u00e3o (atual e potencial) dos diferentes recursos minerais pertencentes em solo brasileiro, por bacia hidrogr\u00e1fica, tamb\u00e9m consiste um grande desafio de monitoramento. A forma comportamental heterog\u00eanea das diversas regi\u00f5es brasileiras potencializa os desafios para reduzir os impactos das mudan\u00e7as no uso da terra no Brasil uma vez que sugere a necessidade de uma vis\u00e3o sist\u00eamica no tratamento da fun\u00e7\u00e3o de cada unidade territorial dentro do sistema econ\u00f4mico e dentro do ecossistema global do Planeta Terra, pois refletem efeitos diretos para a popula\u00e7\u00e3o mundial, na qual estamos inseridos. Os desafios apresentados tamb\u00e9m geram oportunidades para a redu\u00e7\u00e3o de impactos atrav\u00e9s da regulariza\u00e7\u00e3o do comercio de cr\u00e9ditos de carbono, sejam atrav\u00e9s de reflorestamento ou redu\u00e7\u00f5es de emiss\u00f5es associadas a processos de conter o desmatamento ou incentivar projetos de efici\u00eancia produtiva e efici\u00eancia energ\u00e9tica. Nosso futuro comum depende de nossas ESCOLHAS.<\/p>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n<p>IBGE \u2013 Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica \u2013 Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil 2000-2010-2012-2014<br \/>\nhttps:\/\/biblioteca.ibge.gov.br\/visualizacao\/livros\/liv101469.pdf<br \/>\nRio de Janeiro, 2017 Acesso em 25 de setembro de 2021<\/p>\n<p>IBGE \u2013 Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica \u2013 Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil 2014-2016<br \/>\nhttps:\/\/biblioteca.ibge.gov.br\/visualizacao\/livros\/liv101625.pdf<br \/>\nRio de Janeiro, 2018 Acesso em 25 de setembro de 2021<\/p>\n<p>IBGE \u2013 Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica \u2013 Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil 2016-2018<br \/>\nhttps:\/\/biblioteca.ibge.gov.br\/visualizacao\/livros\/liv101703.pdf<br \/>\nRio de Janeiro, 2020 Acesso em 25 de setembro de 2021<\/p>\n<p>IBGE \u2013 Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica \u2013 Monitoramento da cobertura e uso da terra : estat\u00edsticas desagregadas por unidades da federa\u00e7\u00e3o : 2000\/2018 \/ IBGE, Coordena\u00e7\u00e3o de Recursos Naturais e Estudos Ambientais<br \/>\nhttps:\/\/biblioteca.ibge.gov.br\/visualizacao\/livros\/liv101790.pdf<br \/>\nRio de Janeiro, 2021 Acesso em 25 de setembro de 2021<\/p>\n<p>IBGE \u2013 Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica \u2013 Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil &#8211; PGI &#8211; Plataforma Geogr\u00e1fica Interativa<br \/>\nhttps:\/\/www.ibge.gov.br\/apps\/monitoramento_cobertura_uso_terra\/v1\/<br \/>\nAcesso em 25 de setembro de 2021<\/p>\n<p>SEEG 8 \u2013 Sistema de Estimativa de Emiss\u00e3o de Gases de Efeito Estufa &#8211; Nota Metodol\u00f3gica &#8211; Setor Mudan\u00e7a de Uso da Terra e Florestas &#8211; Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (IPAM) &#8211; Fevereiro, 2021 &#8211; Acesso em 25 de setembro de 2021<br \/>\nhttps:\/\/seeg-br.s3.amazonaws.com\/Documentos%20Analiticos\/SEEG%208%20com%20Municipios\/Nota_Metodologica_SEEG8_MUT_v2.1__com_Anexo_Munic%C3%ADpios__-_02.2021.pdf<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dra. 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